“Sensível, tímida, é claro que eu era. A graça de atuar é se tornar outra pessoa.”
Rita Hayworth foi uma atriz e dançarina norte-americana que se destacou em Hollywood na década de 1940. Por imposição familiar, deu seus primeiros passos como dançarina; porém, aos 16 anos, um produtor lhe ofereceu um papel no filme A Nave de Satã (1935). Conseguiu um contrato com a Columbia Pictures e seu primeiro papel como coadjuvante em O Paraíso Infernal (1939), dirigido por Howard Hawks; a partir de então, começou a ter papéis de maior destaque.
Iniciou uma parceria de sucesso com a 20th Century Fox, que a havia rejeitado anteriormente, protagonizando títulos como Sangue e Areia (1941), Modelos (1944) e A Dama de Shanghai (1947), do diretor Orson Welles, com quem teve um caso amoroso; mas foi seu papel em Gilda (1946) que a levou ao estrelato. Reconhecida como uma das melhores personagens da história do cinema, tornou-se a atriz mais bem paga da época.
Na década de 1970, começaram a aparecer sintomas de Alzheimer, bem como sua incapacidade de memorizar roteiros. Lembrada como uma das mulheres mais icônicas de Hollywood, apelidada de “A Deusa do Amor”, cativou a todos com seu talento inconfundível, sua beleza inegável e seu fantástico senso de estilo.