Diretor e roteirista sul-coreano, estudou sociologia e posteriormente formou-se na Academia Coreana de Artes Cinematográficas. Na década de 1990, pertenceu ao Clube de Cinema Yellow Door, um grupo de cinéfilos que se reunia para assistir, debater e refletir sobre cinema numa época em que dedicar-se à arte era uma desonra para as famílias tradicionais. Sua carreira decolou com Memórias de um Assassino em Série (2003), um filme inspirado no primeiro assassino em série da Coreia do Sul. Em 2019, chegou seu grande marco, Parasita (2019), vencedor da Palma de Ouro em Cannes, o que o tornou o primeiro diretor sul-coreano a ganhar esse prêmio, e das categorias de Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Roteiro Original e Melhor Filme Internacional no Oscar, o que representou um ponto de inflexão em sua carreira e na história do cinema de seu país.