Um filme pornô está sendo visto no início. Vemos e ouvimos uma mulher gemendo ao receber sexo oral de um homem. Qualquer nudez sensível é obscurecida pelos corpos. Mostrado duas vezes por um período combinado de talvez dez segundos.
Entramos em um apartamento e vemos um homem completamente nu (totalmente frontal) pintando-se de preto. Feito para efeito cômico.
Uma mulher fica totalmente nua enquanto pintura corporal é aplicada nela.
Este filme apresenta uma sequência gratuita de 3 segundos de nudez frontal masculina desobstruída, em que o diretor faz da genitália de um homem nu (pênis e escroto) o ponto focal persistente (em close-up) que intencionalmente chama a atenção do espectador para ela, pintando o restante do corpo do homem de preto. Em total contraste, uma sequência semelhante mostra uma mulher nua sendo pintada de preto, mas seus seios estão em grande parte obscurecidos por uma revista enorme que ela segura na altura do peito e finge ler. Seu púbis/vulva também é obscurecido pela cabeça e ombros de um homem ajoelhado enquanto ele pinta seu corpo. Um exemplo muito antigo que mostra a grande disparidade em termos de nudez masculina e feminina no cinema (o Código Hays, que não permitia nudez, acabara de ser descartado por Valenti dois anos antes). PAIS, CUIDADO!