O filme começa com uma mulher em trabalho de parto. Apesar do parto bem-sucedido, a nova mãe percebe que o bebê não está chorando. Os médicos trabalham freneticamente fora do seu campo de visão: parecem estar tentando ressuscitar o bebê. Em meio aos gritos da mãe, o novo pai se aproxima e confirma apenas com o olhar angustiado no rosto... é um natimorto.
A cena subsequente mostra a mãe completamente destruída pelo aborto espontâneo. Seu estado mental real variava de dor à raiva, à negação, a uma ilusão psicótica de que alguém havia levado seu bebê. Todas as emoções voltadas exclusivamente para o marido, a quem ela culpa por tudo (inclusive pelos delírios).